Como planejar uma cidade!

Como fazer para que uma cidade consiga conviver com os carros, trânsito, alterações do clima, áreas degradadas e vários outros fatores e ainda por cima dar qualidade de vida para seus habitantes? Confira no vídeo a seguir:

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3º Seminário anual Energia+Limpa: Conhecimento, Sustentabilidade e Integração

Com o intuito de apresentar soluções inovadoras na área de energias sustentáveis e promover o diálogo entre o meio acadêmico e empresarial, o Instituto Ideal (Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina), de Florianópolis, promove o 3º Seminário anual  Energia+Limpa: Conhecimento, Sustentabilidade e Integração, entre os dias 24 e 25 de abril, no Centro de eventos da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). São esperados aproximadamente mil participantes entre acadêmicos e profissionais do Brasil e América Latina.

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Cesto de lixo feito de papel e 100% reciclável

Que tal ter um lixo inteiro feito de papel? Quando ele estiver cheio é só jogá-lo fora e reutilizá-lo. Não entendeu?

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Protótipo de sapato gera energia elétrica durante o caminhar

Que tal gerar energia para recarregar aparelhos eletrônicos simplesmente caminhando? Essa é a proposta de pesquisadores da Universidade de Wisconsin–Madison. Eles elaboraram o protótipo de um sapato que poderia gerar até 20 watts de energia, o suficiente para carregar quatro iPhones.

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Que tal fazer compostagem em casa?

Os resíduos do dia-a-dia podem ser reaproveitados de diversas formas, não somente na reciclagem de materiais inorgânicos mas também na reutilização dos compostos orgânicos. Uma atitude simples e eficiente que reduz em cerca de 30% da quantidade de dejetos que vão para o aterro sanitário é fazer uma composteira que ajudará a manter seu jardim adubado.

Grande parte dos materiais biodegradáveis pode ser utilizada para a produção de adubo e, quanto maior a variedade dos ingredientes, melhor será a qualidade dele. Podem ser usadas cascas de ovos, restos de frutas ou legumes, sobras de alimentos que foram cozidos, pão velho, café moído,folhas, grama e até jornal picado.

Outros materiais levam muito tempo para se decompor e devem ser evitados ou que possuam produtos químicos, como gorduras e óleos, carnes, cascas de frutas cítricas, ossos, sal ou espigas de milho. É normal que a composteira possa atrair drosóflas, pequenas moscas, mas se há moscas-varejeiras ou vermes no seu composto é uma indicação de que foi utilizado o resíduo errado.

A seguir, alguns exemplos de como alguns designers pensaram em fazer compostagem em casa:

A “Fazenda Parasita” dos designers Charlotte Dieckmann and Nils Ferber vai além da composteira, trazendo um ambiente integrado de compostagem para interiores. O sistema permite que você faça a compostagem, produza o húmus e o utilize em sua própria horta.

A “Ilha de Compostagem” é dos designers Brett Smith e Erin Smith, colocando na cozinha o sistema de compostagem com um pequeno espaço para o cultivo de plantas. Com a vermicultura nos recipientes removívies, os resíduos são transformados em húmus que também pode ser empregado na pequena horta acoplada.

Por fim, outro exemplo é a composteira “Vertuo”, dos designers Patrice Mouillé e Alain Tessier. Eles são de cerâmica para manter a umidade e cada vez que você adiciona novos resíduos no compartimento superior o processo de compostagem continua nos outros espaços. Também é possível coletar fertilizante líquido na parte de baixo do vaso.

E aí, já é hora de reciclar? Então mova-se! Aprenda! Ensine e haja!

Boa semana a todos!

 

Fonte: atitude sustentavel.uol

Copa 2014 vai promover inovação tecnológica na arquitetura esportiva

Projetos das arenas do Mundial incorporam soluções arrojadas de engenharia e sustentabilidade.

A Copa de 2014 não trará ao Brasil apenas o maior evento esportivo do planeta. Na avaliação de arquitetos envolvidos com os projetos, a Copa é também uma oportunidade para incorporar inovações tecnológicas à arquitetura e engenharia esportiva do país, que durante um período estará na vanguarda mundial.

Um exemplo é o estádio Mané Garrincha, em Brasília. O arquiteto Eduardo de Castro Mello teve que buscar no exterior uma solução diferente para sustentar a cobertura, que terá 132 metros de raio. Além de proteger 100% dos espectadores, a cobertura foi concebida desde o início para ser um dos elementos mais marcantes do projeto, já que a capital concorre à cerimônia de abertura da Copa.

Outro ponto forte do projeto brasiliense são os elementos de construção sustentável. Os arquitetos buscam o nível máximo da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), o selo Platinum. Para isso, propuseram para a cobertura uma membrana revestida de dióxido de titânio que, em contato com a água da chuva, libera oxigênio na atmosfera.

“É uma espécie de fotossíntese”, afirmou Castro Mello durante o sexto Fórum dos Arquitetos da Copa, realizado pelo Portal 2014, em São Paulo.

Optando pelos LEDs, o projeto do novo Mané Garrincha também conseguiu reduzir em 50% o consumo de eletricidade das lâmpadas externas.

A economia de recursos naturais também é um dos focos do projeto da Arena da Baixada, em Curitiba. Segundo o arquiteto Carlos Arcos, o estádio reinaugurado em 1999 possui um sistema de ar-condicionado que gasta 30% menos que outros modelos convencionais.

A tecnologia usada para conseguir a redução é simples: o exterior do edifício é revestido com policarbonato, o que favorece a climatização dos espaços internos.

No projeto para a Copa de 2014, a Arena da Baixada terá ainda reservatórios para água da chuva e sistemas economizadores nos banheiros.

“Certamente um dos legados da Copa será a construção de estádios mais eficientes tanto no consumo de água e energia, quanto no aspecto financeiro”, diz Arcos.

Público

Durante o fórum, os arquitetos também discutiram como os projetos da Copa podem acabar promovendo a mudança do público que frequenta os estádios.

Na avaliação dos projetistas, a tendência é que os estádios sejam mais seguros e confortáveis. Mas o torcedor terá que pagar mais caro por isso. “Foi o que aconteceu na Europa, onde o ingresso custa em média 70 euros”, diz Arcos.

Para a Copa, a Fifa exige que ao menos 5% dos estádios sejam adaptados para o público vip, com serviço de alimentação e estacionamento exclusivo. Arcos acredita que depois do Mundial o ingresso para o setor custará entre R$ 400 e R$ 500, e puxará para cima o preço das áreas mais populares.

Na avaliação do projetista da Arena da Baixada, ao contrário de esvaziar os estádios, os ingressos mais caros devem levar ainda mais torcedores às partidas de futebol. “Quanto mais aumenta o preço do sócio torcedor (do Atlético Paranaense), mais aumenta a procura pelo produto. As pessoas pagam porque têm um conforto maior. A presença feminina já chega a 40% (na Arena).”

Para o arquiteto Marc Duwe, projetista da Fonte Nova, as arenas em construção para a Copa devem levar à profissionalização dos clubes e da gestão de estádios. “Se compararmos os estádios que estamos projetando com os que existem vemos que o processo não tem mais volta.”

Para a arena de Salvador, no entanto, o governo baiano incluiu cláusulas no contrato de Parceria Público-Privada que garantem uma quantidade de ingressos a preço popular. “Os ingressos mais caros vão subsidiá-los”, afirma Duwe.

Fonte: copa2014.org.br