Uma ponte dentro d´água
26/12/2011 2 Comentários
Como criar uma ponte que não ficasse aparecendo no meio da paisagem? O escritório Ro&Ad Architects projetou uma que se parece mais com uma trincheira, no Forte de Roovere em Halsteren, na Holanda.
Curiosidades em áreas de interesse de um arquiteto
26/12/2011 2 Comentários
Como criar uma ponte que não ficasse aparecendo no meio da paisagem? O escritório Ro&Ad Architects projetou uma que se parece mais com uma trincheira, no Forte de Roovere em Halsteren, na Holanda.
07/09/2011 Deixe o seu comentário
Quando você pensa em uma ponte, a última coisa que você gostaria, era que ao caminhar, ela vibrasse ou se mexesse certo? Mas ela precisa mesmo ser imóvel? Com a forma de uma hélice, o projeto da ponte DSSH (Dynamic Shapeshifting Helix) chama a atenção não apenas pela iluminação colorida feita com tecnologia de LED, mas também por sua, excêntrica, versatilidade.
Essa construção, que será criada em Montreal, no Canadá, ligando dois prédios, possui um sistema que faz com que ela se mova de acordo com a passagem dos pedestres. Para fazê-la se mover, os arquitetos da empresa “sanzpont [arquitectura]” pensaram uma estrutura flexível que aplica diferentes tensões em pontos diferentes, que se movem quando as pessoas atravessam a ponte.
O projeto também buscou ser sustentável. Sua cobertura feita por células fotovoltaicas produz energia com a luz solar, tornando-a independente de outras fontes de iluminação. Além disso, a estrutura ainda prevê plantas que purificam o ar que circula internamente.
O trabalho foi vencedor do desafio de arquitetura DesignByMany, promovido com o apoio da HP e do site ArchDaily, em julho deste ano.
E então? Interessante como conceito ou firula como realidade?
Fonte: Exame.com
21/03/2011 Deixe o seu comentário
Ponte à prova de terremotos
Engenheiros da Universidade de Nevada, nos Estados Unidos, testaram com sucesso o modelo de uma ponte de concreto que suportou a simulação de nada menos do que oito super terremotos em sequência.

A ponte experimental, com 35 metros de comprimento e pesando 200 toneladas, superou todas as expectativas dos seus projetistas ao suportar todos os oito terremotos simulados, cada um deles atingindo quase 7 pontos na escala Richter.
“Nós estimamos que a ponte iria cair quando atingisse uma deformação de 8 polegadas [20,3 cm], o que é muito, mas tivemos 10 polegadas [25,4 cm] de deflexão nas colunas de sustentação e a ponte ficou de pé e utilizável, mesmo com consideráveis tensões internas,” conta Saiid Saiidi, um dos projetistas da ponte antiterremoto.
Simulação de terremoto
O modelo de ponte foi sacudido com forças bidirecionais para simular um terremoto de forma realista.
O objetivo dos pesquisadores foi imitar o terremoto de 6,9 pontos que atingiu a ponte Northridge, na Califórnia, em 1994. Para isso eles usaram dados gravados do terremoto real.
Programas de computador coordenaram os movimentos de três grandes mesas agitadoras, acionadas hidraulicamente, sobre as quais a ponte foi construída.[Imagem: Mike Wolterbeek, University of Nevada]
“Agora nós sabemos que a ponte teria sobrevivido àquele terremoto em boas condições e podendo ser utilizada,” disse Saiidi.
Técnicas de construção
A equipe do Dr. Saiidi está experimentando e testando uma série de materiais e inovações para construir pontes que suportem terremotos de grandes magnitudes.
“O que é extraordinário com relação às técnicas de construção testadas nesta ponte é a utilização de fibras de vidro e de carbono nos suportes da ponte, colunas pré-moldadas, colunas segmentais e conexões especiais de aço tubular (pipe-pin) em um cenário de sísmica muito elevada,” disse Saiidi.
Fonte: Inovação Tecnológica
23/02/2011 Deixe o seu comentário
Uma equipe italiana de arquitetos criou um novo conceito de ponte que agrega geradores de energia eólica e solar em seu design.
O conceito batizado de Solar Wind usa o espaço existente no vão de uma ponte no sul da Itália para instalar 26 turbinas de vento, o que poderia gerar 36 milhões de kWh anualmente. Sobre a ponte, painéis solares no lugar do asfalto ficariam responsáveis por gerar 11 milhões de kWh por ano, segundo os designers.

O asfalto seria substituído por uma superfície de captação solar, já em uso nos EUA, que serve como estrada. Todo o sistema seria capaz de produzir cerca de 40 milhões de kWh por ano – energia suficiente para fornecer eletricidade para cerca de 15 mil famílias anualmente.
O projeto foi criado para um concurso que busca reaproveitar as estruturas de uma velha ponte perto de Calábria, no sul da Itália. A demolição da ponte custaria US$ 55 milhões aos cofres públicos, então o governo decidiu criar um concurso para reutilizar a estrutura de uma maneira sustentável.
A ideia do Solar Wind, que transforma a ponte em um grande parque, com espaços para que os carros estacionem para admirar a vista da costa italiana, ficou em segundo lugar.

Fonte: Revista Galileu On Line
20/12/2010 Deixe o seu comentário
Tal como Londres ou Paris, a capital da Coreia do Sul é atravessada por um rio. Perto de 30 pontes ligam as duas margens do Han, mas a Paik Nam June Media Bridge promete ser mais do que uma simples estrutura de passagem; tornar-se-á, antes, um novo ponto central da cidade. Esta é a ambiciosa meta traçada pelo gabinete de arquitectura Planning Korea, que apresenta um projeto futurista e, como tal, concebido para ser amigo do ambiente.
A totalidade da extensão da ponte, correspondente a 1,08 quilometros, será coberta com painéis solares, de forma que a própria infraestrutura gere a energia necessária aos diversos espaços de lazer que foram projetados no seu interior. Aí inclui-se um museu, uma biblioteca pública direcionada aopúblico mais joven e um centro comercial.
E para ninguém ficar de fora, a ponte terá faixas de rodagem para automóveis e bicicletas, bem como um percurso para pedestres. Qualquer que seja o modo de transporte, a paisagem não pode deixar de ser apreciada, já que, além do rio e de todo o cenário urbano envolvente, será instalada na ponte uma série de jardins cujo crescimento é garantido pelos recursos locais – água do rio e das chuvas, ventilação e luz natural.

As funcionalidades da Paik Nam June Media Bridge não param por aí: desenhada pensando no tráfego do rio Han, a ponte dispõe de um cais preparado para acolher iates, cruzeiros e também os chamados táxis aquáticos.
Um pormenor ainda não revelado: o nome da ponte é, na verdade, uma homenagem ao artista Nam June Paik (1932-2006), considerado o “pai” da videoarte. São célebres as diversas esculturas que concebeu a partir de televisões – o mais emblemático exemplo é a peça “Pre-Bell-Man”, instalada em frente ao Museum für Kommunikation, em Frankfurt, na Alemanha – e as performances multidisciplinares que combinavam música, encenação e, claro, vídeo. Desta forma, os arquitectos da Planning Korea promovem a cobertura da ponte como uma autêntica “tela” onde artistas de todo o mundo podem projetar os seus trabalhos.

