MIMA House

Considerada a casa do ano em 2011, este projeto me chamou muita a atenção por um motivo: sua simplicidade.

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Influência japonesa em uma casa moderna

Projetada pelo escritório Sullivan Conard e denominada Engawa, esta casa está localizada em Seattle e tem fortes referências ao estilo japonês. Reparem nos detalhes em madeira, nas amplas aberturas e no paisagismo.

Abrigo de emergência usa técnica de origami

Como arquitetos e designers podem ajudar com rapidez, eficiência, sustentabilidade e sensibilidade em situações de desastre em que seres humanos perdem suas casas? Em busca de uma resposta para esta pergunta, o coletivo australiano Laboratory for Visionary Architecture– LAVA propõe um casulo feito com base na técnica do origami, a secular arte japonesa da dobradura, em que as mais diversas formas são criadas com poucas dobras no papel.

Baseado na forma de uma molécula de água, o assim chamado LAVA’s Digital Origami Emergency Shelter, resgata a ideia das cápsulas pré-fabricadas habitáveis criadas nos anos 1960, durante o movimento de arquitetura e design japonês conhecido como Metabolista.

A estrutura do casulo pode ser feita com produtos locais, como madeira, e ser transportada para locais de difícil acesso até mesmo por helicóptero. A ideia é que sejam montadas rapidamente, às vezes pelos próprios necessitados, sem o auxílio de técnicos especializados. Os acabamentos podem ser esculpidos com papelão, jornal ou qualquer material dobrável e disponível na região atingida.

Cada unidade contém espaço para dois adultos e uma criança dormirem, comerem e praticarem alguma atividade como a leitura. A força elétrica é fornecida por baterias ou energia solar.

“O projeto brinca com ideias de pré-fabricação e habitação customizadas, conforme sobrepõe múltiplas unidades, além de dar uma oportunidade às expressões individuais”, acredita Chris Bosse, um dos arquitetos do LAVA.

Fonte: Casa Vogue

Árvore de 50 anos ganha estrutura para educação

É maravilhoso uma criança se divertir e ao mesmo tempo aprender em meio à natureza. Pensando nisso, os arquitetos Yui Tezuka e Takaharu projetaram um edifício com estrutura de madeira circular em torno de uma árvore adulta para ser sede do Jardim da Infância de Fuji, no Japão. Foi criado também um jardim para servir como espaço de recreação para as crianças.

A zelkova de 50 anos quase foi arrancada por um tufão. Várias partes secaram, mas ela foi se recuperando aos poucos e hoje faz parte da arquitetura onde as crianças a utilizam para brincar. Sua historia é também um símbolo de resistência. A instalação tem dois andares, mas para as crianças são quatro, já que a árvore foi equipada com cordas para escalada. Na era do videogame, não é nada mal. Enquanto estudam, também podem utilizar as salas ao ar livre para entrar em contato com a natureza, estimulando a imaginação.

Consciência ecológica ensinada às crianças, com exemplos verdadeiros e palpáveis. Não me admira o Japão ter uma cultura  e educação tão avançadas. Deve ser por isso que valores como honra e honestidade fazem parte do vocabulário dos japoneses…

 

Fonte: style.greenvana.com

2 em 1 Urinol

Sabe aquela sensação de “ já vi isso antes“?

Pois então. A ideia é muito boa: reaproveitar a água que você lava a mão para enxáguar o mictório.

Mas a “ideia inovadora” já é muito utilizada lá do outro lado do mundo. No Japão, em 2007 quando fui morar lá, no meu apartamento já tinha um bacio sanitário no mesmo estilo:

Dá pra ver que pelo design que já é um pouco antigo o modelo não é mesmo? E detalhe: a alavanca de acionamento de descarga já tem com dois níves de água, pequeno e grande, para o número um e o dois.

Agora a pergunta: quantas casas do Brasil tem esse simples mecanismo para poupar água?

O modelo de mictório do Kaspars Jursons é recente, mas não inovador. Mas sempre é válido novas ideias para deixar o mundo um pouco mais sustentável.

Fonte: Yanko Design