Conheça o ranking das dez cidades mais limpas do mundo

A empresa de consultoria Mercer divulgou recentemente o ranking das dez cidades mais limpas do mundo. A lista foi divulgada na rede de comunicação norte-americana CNBC, segundo informou o portal Exame.com. Nenhum município latino-americano integra o levantamento. A seleção é composta por:

1º Calgary (Canadá)

Sistema de saneamento e reciclagem de Calgary (CAN) é referência em todo o mundo/Foto: midwinterphoto

Centro financeiro e comercial, onde estão localizadas as sedes das principais empresas petrolíferas do Canadá, Calgary ocupa a primeira posição desta lista. Diante de uma rápida expansão econômica e populacional, a cidade reformulou seu sistema de saneamento nos últimos dois anos com o programa Too Good to Waste, que busca diminuir a quantidade de resíduos enviados para aterros. Esforços adicionais estão sendo feitos para reduzir os resíduos de construção civil e demolição, por meio do aumento da reciclagem de materiais (como madeira, asfalto, gesso, telhas e concreto), bem como incentivo financeiro e programas de educação ambiental.

2º Honolulu (Havaí – EUA)

A paradisíaca Honolulu é a segunda cidade mais limpa do mundo, segundo ranking da Mercer. A capital do Havaí e principal porto das ilhas havaianas possui exuberantes áreas verdes, praias de águas cristalinas e a melhor qualidade de ar dos Estados Unidos. E mais: em Honolulu, a água é filtrada através de rochas vulcânicas, sendo conhecida por ser livre do gosto de cloro comum em abastecimentos de outras cidades.

Honolulu, no Havaí, possui exuberantes áreas verdes, praias de águas cristalinas e a melhor qualidade de ar dos EUA/Foto: Slightlynorth

3º Ottawa (Canadá)

Ottawa não é apenas a capital do Canadá, mas um dinâmico centro cosmopolita de cultura e inovação tecnológica, com uma inigualável qualidade de vida. O sistema de transporte público é totalmente integrado, dispondo de uma eficiente malha de rotas de ônibus e um sistema de metrô de superfície. Muitas vias públicas estão dedicadas exclusivamente ao tráfego de ônibus, bicicletas e pedestres. A sede do governo canadense conta ainda com uma qualidade de água notável. Em 2009, todas as fontes de água potável da cidade obtiveram classificação máxima.

Transporte público é um dos orgulhos de Ottawa/Foto: sfllal

4º Helsinque (Finlândia)

Capital da Finlândia e maior cidade do país, Helsinque leva em conta as condições e as oportunidades do ambiente natural em seu planejamento e incentiva a conservação da natureza, com ações de educação ambiental. Apesar das pressões por novas construções residenciais e comerciais, a cidade consegue preservar, de maneira comprometida, suas áreas verdes e de lazer. Em seu site, Helsinque disponibiliza relatórios que apontam um redução das emissões de gases estufa por estações de energia, indústria e sistemas de aquecimento de residências, graças ao uso de tecnologias eficientes e combustíveis mais limpos, o que melhora o ar da cidade.

Helsinque consegue preservar, de maneira comprometida, suas áreas verdes e de lazer/Foto: swperman

5º Wellington (Nova Zelândia)

Moderna e bem estruturada, Wellington ergue-se entre encostas de morros com vistas para a exuberante Baía de Port Nicholson, de águas tranparentes, apesar do grande volume de navios que ancoram por ali. O Ministério de Meio Ambiente da Nova Zelândia atribui o bom ar local ao isolamento da cidade, baixa densidade populacional e à proximidade do mar. A poluição veicular também é controlada. Para se ter uma ideia, em 2009, as concentrações de monóxido de carbono foram em sua maioria classificadas como “excelentes”, devido à melhoria das tecnologias automotivas.

Boa qualidade do ar impressiona em Wellington, na Nova Zelândia/Foto: Nicki-G

6º Mineápolis (EUA)

A qualidade do ar em Mineápolis está entre as melhores dos Estados Unidos e do mundo, quando comparada com a de outras grandes cidades. O bom desempenho atmosférico foi conseguido graças a um monitoramento constante de poluentes ao longo dos anos. A cidade também aposta na iluminação pública mais eficiente com a adoção de lâmpadas fluorescentes, que duram mais tempo que as convencionais e garantem uma economia de energia e dinheiro.

Mineápolis tem monitoramento constante de poluentes/Foto: chadmagiera

7º Adelaide (Austrália)

Adelaide pode ser considerada um exemplo de desenvolvimento econômico e preservação ambiental. Localizada ao Sul da Austrália, a cidade é sede de plantas industriais da General Motors Holden e Mitsubishi – praticamente metade dos carros produzidos na Austrália são de Adelaide, além de fábricas de equipamentos hospitalares e componentes eletrônicos. Parte da receita oriunda dass intensas atividades industriais e comerciais é aplicada no desenvolvimento sustentável da cidade. Segundo o estudo, a região tem se afastado da dependência de aterros sanitários como parte do seu Plano Estratégico 2007, e não mede esforços para reduzir a geração de resíduos e incentivar a reciclagem.

Apesar do desenvolvimento industrial, Adelaide investe na redução de resíduos e incentiva a reciclagem/Foto: aartfielder

8º Copenhague (Dinamarca)

Copenhague tem sido repetidamente reconhecida como uma das cidades com melhor qualidade de vida do planeta. Não é por menos. A capital da Dinamarca foi a primeira cidade no mundo a promover o empréstimo público de bicicletas. Cerca de 40% de sua população pedala diariamente entre idas e vindas de casa ao trabalho, da escola para o cinema, e em outros deslocamentos cotidianos. Mas os sistemas alternativos de transporte são apenas uma parte do planejamento urbano sustentável da cidade. Anfitriã de convenções internacionais, Copenhague é elogiada pelos esforços desenvolvidos na última década para manter as águas de seu porto limpas e seguras – tão seguras que é possível até nadar nelas.

Copenhague foi a primeira cidade no mundo a promover o empréstimo público de bicicletas/Foto: Pablo Municio

9º Kobe (Japão)

Localizada junto a um dos maiores portos comerciais do mundo, a cidade japonesa de Kobe é conhecida pela beleza de seu meio ambiente e pela variedade de entretenimento na área urbana da cidade, cuja paisagem é realçada pelo Monte Rokko. Quando o assunto é qualidade de vida, Kobe apresenta desempenho invejável, com elevadas taxas de expectativa de vida e alfabetização quase 100%. Em termos de limpeza, a cidade se orgulha do seu sistema de drenagem de águas residuais, separadas de modo que as fortes chuvas não afetam o tratamento de resíduos. Outro ponto a favor da atmosfera clean são os sistemas viários projetados para manter o tráfego em movimento constante, garantindo menor emissão de poluentes ocasionados por congestionamentos.

Kobe tem elevadas taxas de expectativa de vida e alfabetização quase 100%/Foto:veroyama

10º Oslo (Noruega)

Nada das tradicionais indústrias, avenidas congestionadas, barulho ou ar poluído. O que se vê na capital e maior cidade da Noruega é uma paisagem rodeada de colinas e florestas densas, repleta de lagos, parques naturais e casas coloridas. Sem grandes fábricas em seu território (de apenas 454 quilômetros quadrados), Oslo garante aos seus moradores uma boa qualidade de ar, apesar dos veículos, e reduzidas emissões de gases efeito estufa. A fim de seguir uma sólida estratégia de gestão de resíduos sólidos, os restos orgânicos produzidos no centro urbano são desviados para tratamento em uma unidade de biogás, sendo transformados em combustível para os ônibus locais. Além disso, o gás metano proveniente do aterro sanitário é coletado e convertido em eletricidade.

Capital da Noruega, Oslo tem baixas emissões de gases estufa/Foto: mgreener57

 

Fonte: eco4planet

 

 

 

Acampe com toda tecnologia e conforto!

Você ama acampar? Adora se aventurar por ai? Que tal viajar por sua conta, sem depender de horários de aviões e ônibus e ainda ter todo o conforto do mundo?

O “Bufalino” é perfeito para quem quer aproveitar o melhor da estrada sem precisar ter todo o trabalho de montar e desmontar barracas ou ficar preocupado com horários. Composto por todos os elementos necessários para você viver, este Paggio APE 50 ainda tem a vantagem de ser um veículo isento de impostos em alguns países (devido ao seu consumo extremamente econômico de combustível), além de ter um belo design. Dentro do Bufalino existe uma cama, dois assentos, uma pequena cozinha, armários, uma geladeira e muito mais.

E ai, quem se aventura?

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Fonte: Obra Vip Blogs

Eco-casa japonesa é uma escada gigante

Localizada junto ao mar, na cidade de Shimane, esta casa-escada oferece um espaço interior íntimo, enquanto providencia um exterior muito convidativo.
A casa possui sitema passivo de aquecimento solar, e não foi construída somente para o casal com filhos gêmeos, mas para todas as crianças do bairro. A parte externa da residência tem a forma de uma gigante escada, que se eleva por dois andares e proporciona uma bela visão do entorno e locais para descanso.

Apesar dessa casa estar muito bem localizada perto da praia,  a região pode ter invernos muito frios, por isso o escritório y+M design a projetou cuidadosamente que a casa retirasse o que há de melhor da fachada sul. Por baixo da escada externa há uma série de discretas janelas que filtram a luz do dia e aquecem durante o inverno.

O interir foi projetado contendo estantes para livros e espaços abertos iluminados pela mudança constante da luz vinda das janelas únicas. Graças ao aquecimento e resfriamento passivo e outras medidas estratégicas para uma casa verde, esta residência é generosa com o meio-ambiente e com toda a vizinhança.
Um sistema de piso radiante e um fogão a lenha complementam o sitema de aquecimento da casa. No verão as janelas ainda deixam entrar a luz indireta do sol, enquanto minimizam o ganho de aquecimento solar.
Apesar do engenhoso telhado da casa ser aberto para os vizinhos aproveitarem, as finas janelas mantêm a privacidade do interior. Entradas de ar na base da residência e uma grande abertura na parte superior faz com que a brisa fresca corra através da casa nas épocas quentes de verão.
Fonte: Inhabitat
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Cidade ecológica em Portugal terá cérebro e sistema nervoso

Portugal deverá ter sua própria eco-cidade já em 2015.

E com um diferencial absolutamente futurístico: a cidade terá não apenas um cérebro eletrônico, mas também seu próprio sistema nervoso, capaz de “sentir” e controlar tudo, do uso da água ao consumo de energia.

Cidade ecológica

A cidade ecológica vai se chamar PlanIT Valley, e será construída nas cercanias de Paredes, no nordeste de Portugal. Ela deverá ser a primeira cidade ecológica a ficar pronta.

A eco-cidade de Masdar, que está sendo construída nos Emirados Árabes, já começou a receber seus primeiros habitantes, mas só deverá estar concluída por volta de 2020.

Já a versão de eco-cidade da China, Dongtan, próxima a Xangai, ainda não saiu do papel, e o projeto está enfrentando sérias dificuldades políticas e de orçamento.

Os portugueses pretendem que PlanIT Valley esteja totalmente pronta em 2015, graças a técnicas de construção pré-fabricada otimizada com uma tecnologia de projeto aeroespacial.

Metabolismo urbano

Como as outras eco-cidades, PlanIT Valley irá usar apenas energias renováveis, vai reciclar seu lixo, tratar seus esgotos e os telhados serão cobertos com plantas, que ajudarão a controlar a temperatura no interior dos edifícios e residências, absorver a água da chuva e assimilar poluentes.

Mas, a partir daí começam as diferenças. A cidade ecológica portuguesa terá uma rede de sensores, imitando um sistema nervoso, ligados a um computador central, que funcionará como um cérebro.

Segundo Steven Lewis, gerente do projeto, o sistema criará um “metabolismo urbano” inédito, permitindo o controle dos processos de reciclagem e tratamento de água e dejetos e de consumo energético.

Toda essa tecnologia já está disponível, mas é cara. Os criadores da eco-cidade contrabalançaram esse custo usando técnicas de construção mais baratas. “Como nós reduzimos o custo das construções, poderemos gastar um pouco mais em tecnologia,” disse Lewis à revista New Scientist.

O projeto arquitetônico foi criado com os mesmos softwares utilizados no projeto de carros e aviões. Todos os prédios terão formato hexagonal, escolhido por permitir um melhor uso do espaço.

Cidade com cérebro

Todos os prédios serão pré-fabricados. É graças a isso que os criadores acreditam ser possível construir uma cidade inteira em apenas dois anos e a um custo relativamente baixo.

Sensores instalados em cada construção vão monitorar a ocupação – se tem alguém em casa -, a temperatura, umidade e consumo de energia. Essas informações vão alimentar um computador central – o cérebro eletrônico da cidade – juntamente com dados sobre a geração de energia de painéis solares e turbinas eólicas, o consumo de água e o lixo produzido.

O cérebro da cidade poderá então usar essas informações para controlar cada aspecto da vida urbana. Por exemplo, se os sensores mostrarem que o nível da caixa d’água de um edifício está baixo demais, ele poderá retirar água de outro prédio que esteja com um reservatório além de suas necessidades.

E serão muitos dados – algo como 5 petabytes por dia. Para lidar com eventuais problemas no cérebro central, cada casa será equipada com um poder computacional suficiente para fazê-la funcionar de forma autônoma.

O calor gerado pelo data-center da cidade será usado para aquecer outros prédios.

Reciclagem da água e do lixo

Haverá um cuidado especial com o reúso da água. Apenas 3% da água consumida em uma cidade é usada para consumo. Assim, por exemplo, a água usada nas cozinhas será filtrada e utilizada nos banheiros.

Uma série de lagos no parque central da cidade usará plantas para filtrar a água, tornando-a adequada para uso em banheiros e em irrigação.

O lixo orgânico produzido na cidade será usado para gerar eletricidade. Um biodigestor anaeróbico usará enzimas para estimular micróbios a digerirem o lixo, produzindo compostos químicos que poderão ser fermentados e destilados em biocombustíveis.

Esses biocombustíveis poderão alimentar os carros ou serem queimados para produzir eletricidade. O processo gera subprodutos, como aminoácidos e vitamina B12, que poderão ser vendidos para a indústria farmacêutica.

Os pais que morarem em PlanIt Valley também terão uma ajudinha extra para cuidar dos filhos. Um aplicativo, chamado “Ache meu Filho” permitirá que os pais localizem instantaneamente seus filhos, na rua ou dentro de um shopping center.

Esse último parágrafo até me assustou um pouco. Imagina, ser achado em qualquer lugar. Pode ser preocupante, pois se pode ser usado em crianças, não custaria nada usar em adultos também. E se maus elementos pegarem essa informação saberão exatamente onde você estará, no exato local e hora. Mas enfim, até lá quem sabe a criminalidade já tenha diminuido um pouco.

Fonte: Inovação Tecnológica

Eco-adesivos para tomadas e interruptores

Uma ideia bem interessante para nos lembrar de poupar energia!

Só que o preço é bem salgado… entre R$35  e R$70 reais por adesivo.

 

Fonte: Hu2 Design

Uma sala de cinema portátil e ecológica!

A primeira sala de cinema móvel abastecida a energia solar usa quatro baterias de lítio que são carregadas por dois painéis solares de 120 Watts cada. Batizada de “Sol Cinema”, é um projeto sem fins lucrativos da ONG britânica Undercurrents.

A sala é montada em um trailer dos anos 1960 e acomoda até oito adultos ou 12 crianças. O grupo teve a ideia para projetar filmes em festivais e outros eventos itinerantes. Eles usam um projetor de LED para exibir curtas, clipes musicais e comédias pelo Reino Unido.

 

Fonte: Revista Galileu Online