Cidades amigas das bicicletas

Já imaginou usar a bicicleta no seu dia a dia, tranquilamente?

 

 

Por aqui no Brasil, muitas cidades podiam aderir à causa das bicicletas. Segurança em primeiro lugar, infraestrutura adequada, políticas voltadas ao uso da bicicleta, tudo isso ajudaria o trânsito, o meio ambiente e aquela pancinha que muitos sofrem para perder!

Londres 2012 – Rápido e sustentável, Velódromo é considerado obra-prima

Entregue no prazo, dentro do orçamento, atendendo aos requisitos técnicos e acima das expectativas dos atletas. O Velódromo de Londres para os Jogos Olímpicos de 2012 ostenta um cartão de visita invejável.

Inaugurada em março, a primeira grande instalação do Parque Olímpico a ficar pronta já está sendo considerada como a melhor pista de ciclismo do mundo. Por isso, parte da imprensa britânica afirma que a obra pode salvar a reputação do Reino Unido, que enfrenta sérias dificuldades com o centro aquático e o Estádio Olímpico.

A arena, que tem capacidade para seis mil espectadores, cumpre as principais demandas dos organizadores do evento: oferece condições para grandes performances dos competidores, prioriza a sustentabilidade ambiental e tem seu legado pós-Olimpíada garantido. O projeto considerado diferenciado envolveu a participação de grandes nomes do ciclismo britânico durante a sua concepção, entre eles o astro Chris Hoy, que conquistou três medalhas de ouro nos Jogos de Pequim em 2008.

“É fantástico, realmente impressionante. Tanto dentro, como fora, tudo foi projetado perfeitamente. Não há velódromo melhor que esse em nenhum lugar do mundo”, comemorou Hoy na cerimônia de inauguração.

Entre os principais responsáveis pelo grande sucesso do Velódromo de Londres, está o arquiteto brasileiro Gustavo Brunelli. Coordenador do projeto ambiental, Brunelli participou de todas as etapas da construção, desde o início do concurso público realizado pela autoridade olímpica até a entrega final.

Ele aponta a “simplicidade” do programa estabelecido como o ponto determinante para manter a obra dentro do orçamento e ainda superar as exigências técnicas dos atletas. “Tudo tem uma razão no projeto. Por exemplo, a dupla curvatura (na cobertura) existe porque a gente queria que o meio do Velódromo ficasse o mais baixo possível. Dessa forma, conseguimos diminuir o volume do prédio, o que reduz os gastos de energia com aquecimento, por exemplo”, diz. “Mas, a gente também queria ter áreas altas para poder, durante o verão, quando se tem ventilação natural, usar isso para fazer com que o ar quente saia mais fácil, no efeito chaminé.”

O arquiteto explica ainda que “o Velódromo é um prédio muito especial em termos de requerimentos. A questão da temperatura interna e do movimento do ar é indispensável para não afetar a performance do atleta. Para os ciclistas, quanto mais quente e úmido, melhor. Só que para o espectador, tem um certo limite de até onde você pode levar as temperaturas. Então, todos os sistemas foram pensados para manter o prédio quente, mas proporcionar uma certa ventilação para o público.”

Gustavo Brunelli também aponta a participação dos atletas na elaboração do projeto. “O Chris Hoy foi parte do júri inicial do concurso. Uma das coisas que ele falou foi sobre manter uma continuidade de assentos em volta da pista para você não quebrar a atmosfera da torcida durante as provas. Isso foi implantado. Trabalhamos muito com o pessoal da British Cycling (Federação Britânica de Ciclismo)”, finaliza.

A obra, que custou 93 milhões de libras (cerca de R$ 250 milhões) e levou 23 meses para ser concluída, também está sendo considerada “a mais verde” do Parque Olímpico. “Em termos de sustentabilidade, o Velódromo tem sido o mais brilhante entre todos os projetos. Ele consegue atingir as demandas de utilização esportiva e ao mesmo tempo, ser bonito e incrivelmente eficiente no uso de recursos e eficiência energética”, destaca Dan Epstein, que supervisionou os projetos de sustentabilidade nas construções para os Jogos de 2012.

Após a realização da Olimpíada e da Paraolimpíada do ano que vem, as instalações serão dedicadas para treinamentos de ciclistas profissionais e iniciantes. E a projeção é de que o nível de utilização seja bastante elevado, como já acontece no Velódromo de Manchester, uma vez que o esporte é bastante popular no Reino Unido.

Em Pequim, os britânicos conseguiram 7 das 10 medalhas de ouro disputadas no ciclismo. Agora, com a “casa nova”, projetada dentro das recomendações dos próprios competidores, a expectativa é de que a equipe anfitriã aumente ainda mais a sua soberania na modalidade.

Fonte: Terra esportes

Bicicleta impressa em 3D

Essa biclicleta foi impressa em 3D e é tão forte quanto aço com 1/3 do peso do alumínio.

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Com um belo design esta bicicleta está virando notícia no mundo não só pelo estilo, mas pelo modo em que ela foi feita também. A UK engineers imprimiu o modelo usando um composto de nylon e metal que resultou em um material tão forte quanto aço e sendo 65% mais leve que o alumínio. A “Airbike” é o conceito tomando forma para a tecnologia chamada de fabricação por adição de camadas, que literalmente vai montando qualquer objeto camada por camada até estar totalmente completo e funcional. Neste caso para que a bicicleta funcionasse foi preciso imprimir somente 6 diferentes partes. A meta é mostrar como a tecnologia pode revolucionar o design de produtos desde aviões até satélites, chegando até coisas mais “próximas” de nós, como bicicletas.

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O Grupo AeroEspacial e de Defesa da Europa, empresa mãe da Airbus, está desenvolvendo a tecnologia para criar materiais mais leves e fortes para equipamentos aeronáuticos. Eles decidiram projetar a bicicleta para mostrar que esta tecnologia não está presente somente nas partes escondidas, mas que também poderá mudar o modo que produzimos as coisas à nossa volta.

O processo chamado de fabricação por adição de camadas, nada mais é do que criar um produto através da união de materiais, ao invés de cortá-los ou retirá-los de outro material. Um fino pó de nylon junto com metal é estendido e derretido com laser. Como uma impressora 3D os layers são feitos consecutivamente um sobre os outros, fundidos, originando um material tão duro quanto o aço.

O processo também usa um décimo do material que seria necessário, por isso torna-se um substituto ecológico. Porém nada foi falado até agora se esse material poderá ser reutilizado ou não. E tem mais um problema: não espere que a Airbike esteja rodando pelas ruas por aí, pois foi somente uma demonstração do que a nova tecnologia é capaz, por enquanto. Uma pena, quem sabe daqui a alguns anos não tenhamos algumas dessas sendo vendidas? O potencial é gigantesco.

Fonte: Inhabitat

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Respondido?

 

Fonte: Coletivo verde

Air bag para ciclistas

 

Essa está sendo considerada a invenção perfeita para quem gosta de andar de bicicleta, mas não aceita usar um capacete tradicional.

O “Hwding” é metade capacete e metade airbag. Na realidade, trata-se de um “colar” que contém uma almofada de ar que entra em ação dentro de aproximadamente 0,1 segundos, cobrindo o crânio e pescoço do piloto em caso de impacto.

O Hwding foi desenhado ao longo de seis anos por dois estudantes suecos de desenho industrial. A designer Anna Haupt disse que a espectativa é que

o airbag chegue às lojas em toda a Europa no próximo ano, com um custo médio de 260 libras – cerca de R$ 701.

O segredo está numa coleira contendo um airbag dobrado que só é acionado quando os sensores detectam um choque súbito. Um pequeno cilindro de gás hélio infla o colar em apenas 0,1 segundo e permanece inflado durante vários segundos após o impacto. “O airbag é projetado como uma capa que envolve e protege a cabeça do piloto”, disse Anna.

Se você curtiu o dispositivo, mas ficou com receio de combiná-lo com sua roupa pode ficar tranquilo. Os inventores disseram que vão disponibilizar colares com cores distintas, para permitir que o ciclista esteja sempre bem vestido. A capa em si é feita de um tecido de nylon durável que pode suportar o contato com o solo.

Para quem está preocupado com o acionamento acidental do airbag, a equipe tranquiliza. Segundo eles, todos os movimentos típicos foram realizados. Mesmo após uma frenagem brusca ou desvio rápido, o airbag não foi inflado.

 

Fonte: O Buteco da net, Revista Galileu, You Tube, Site do produto

 

Fique fora da minha linha!!

Segurança na hora de pedalar:

Uma rua mais estreita e um motorista distraído já são suficientes para intimidar qualquer ciclista a noite. Você provavelmente ve algumas sinalizações, laternas reflexivas em baixo do selim, mas às vezes não são suficientes certo?

E até mesmo quando as vê, pode estar muito próximo do ciclista não dando tempo de fazer algo antes da colisão.

São poucas as ruas das cidades que tem ciclovias ou ciclofaixas, então esse projeto nasceu da necessidade de transitar por ai com segurança. A “LightLane” projeta no chão, usando um laser, uma ciclofaixa virtual, deixando mais visível aos motoristas onde a bicicleta está.

Com uma margem de segurança um pouco maior, os ciclistas ganham confiança na hora de pedalar a noite pelas ruas, fazendo com que o uso da bicicleta seja mais viável e comum para todos.

Designers: Evan Gant & Alex Tee

Fonte: Yanko Design